Em caso de infecção ou epidemia, os profissionais de saúde devem trabalhar em estreita colaboração com a equipe de limpeza. A comunicação entre as equipes é crucial (!). Os preparativos devem ser selecionados para combater eficazmente o patógeno identificado.
Além das regras acima, vale ressaltar que as luvas de proteção devem ser substituídas sempre que equipamentos, esfregões, esponjas ou panos forem trocados em uma determinada área. Outro elemento fundamental é o uso de um sistema de codificação por cores para panos e esponjas. O mesmo se aplica às cores dos sacos de lixo — lixo urbano, lixo hospitalar e roupas de cama.
Execução de ações – métodos de verificação de eficácia – Além de ferramentas de trabalho adequadas e métodos de trabalho aprimorados, a supervisão dos funcionários é importante.
O monitoramento adequado é crucial em todas as etapas das operações hospitalares. Os procedimentos de monitoramento devem ser realizados de forma consistente, mesmo que as instalações sejam mantidas em boas condições de limpeza.
O tema do controle de infecções decorre da dificuldade de mensurar a eficácia da limpeza. Essa questão surgiu pela primeira vez no final da década de 1990. Após uma série de publicações ocidentais em 2013, as seguintes medidas de desempenho foram propostas:
As auditorias visuais apresentam limitações significativas na verificação da limpeza. Elas são usadas para reforçar a lavagem das mãos, identificar superfícies visivelmente sujas e monitorar o desempenho dos funcionários.